Avenida Marechal Floriano é a rua mais violenta de Curitiba
Foto: Portal do Trânsito
Polícia Militar
Neste primeiro trimestre, a via com mais ocorrência de acidentes é a Avenida Marechal Floriano Peixoto. O segundo lugar ficou com a Avenida Juscelino Kubitschek, e o terceiro com a Visconde de Guarapuava.
O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) divulgou no último dia 09 de abril dados de acidentes, vítimas, feridos e óbitos, e vias e cruzamentos com maior número de ocorrências, referentes ao primeiro trimestre deste ano.
Conheça os primeiros lugares no ranking de acidentes (de janeiro a março de 2015):
1º – Avenida Marechal Floriano Peixoto – 32 acidentes;
2º – Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira – 27 acidentes;
3º – Avenida Visconde de Guarapuava – 21 acidentes;
Cruzamentos com maior número de acidentes de trânsito atendidos no local (de janeiro a março de 2015):
1º – Rua Doutor Barreto Coutinho com Avenida Paraná – 4 acidentes;
Rua Jacarezinho com Fernando Simas – 4 acidentes;
Rua Nilo Cairo com Mariano Torres – 4 acidentes;
2º – Avenida Sete de Setembro com Avenida Marechal Floriano Peixoto – 3 acidentes;
Rua Aracy de Carvalho Guimarães Rosa com Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira – 3 acidentes;
Rua Castro Alves com Avenida Presidente Getúlio Vargas – 3 acidentes;
Rua Cristiano Schmitz com Omar Raymundo Picheth – 3 acidentes;
Rua Maestro Carlos Frank com Januário Alves de Souza – 3 acidentes;
Rua Maria Homan Wisniewski com Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira – 3 acidentes;
Rua Professor Leônidas Ferreira da Costa com Maria Moscardi Fanini com três acidentes;
Rua XV de Novembro com Padre Germano Mayer com três acidentes;
A boa notícia: número de acidentes cai cerca de 24%

Avenida Marechal Floriano é a rua mais violenta de Curitiba
Foto: Arquivo PMPR
O relatório aponta que a redução de acidentes com e sem vítimas foi de 23,69% em comparação ao mesmo período do ano passado. Especificamente comparando os acidentes com vítimas a redução foi de 24,39% e sem vítimas de 21,84%. No período, o número de feridos registrou queda de 23,25% e o de óbitos, 30,77%.
Os dados, referentes à Curitiba (PR), apontam que no primeiro trimestre deste ano ocorreram 1.385 acidentes, sendo 995 com vítimas e 390 sem vitimas, além de 1.185 feridos e nove óbitos no local. Já em 2014 foram 1.815 acidentes, dos quais 1.316 com vítimas e 499 sem vítimas, que fizeram 1.544 feridos e 13 óbitos.
“Verificamos que com o passar dos anos estamos tendo uma redução no número de óbitos, feridos e vítimas. Esta diminuição se deve ao fato de termos aumentado as ações de fiscalização como bloqueios e blitz de trânsito, além das atividades educativas que realizamos em parceria com outros órgãos. Vale ressaltar que um dos fatores que colaborou foi o fato da Lei Seca ter se tornado mais rígida, fazendo com que o condutor se preocupasse mais e pensasse duas vezes antes de combinar álcool e direção”, afirma o porta-voz do BPTran, tenente Ismael Veiga.
Em todo o ano de 2014, o batalhão registrou 7.054 acidentes, 5.163 com vítimas e 1.891 sem vítimas, além de 6.221 feridos e 61 óbitos. De acordo com o tenente Veiga, as ações também sofreram mudanças e ajudaram na melhora dos resultados. “Atualmente nossas atividades de blitz e bloqueios são móveis e rápidas, ou seja, não ficamos muito tempo no mesmo lugar, identificamos os pontos e fazemos ações pontuais com uma duração menor e com resultados mais expressivos”, explica o Oficial da PM.

“Também temos uma situação curiosa, devido ao aumento na frota de veículos, os condutores passam mais tempo no trânsito parado e lento, consequentemente os acidentes se tornam menos graves e sem vítimas”, conta o tenente Veiga. Ainda de acordo com o oficial da PM, a tendência é que os cruzamentos e vias que estão no ranking de acidentes se mantenham os mesmos até o final do ano. “Estas regiões possuem um fluxo grande de pessoas, veículos e ônibus, juntamente com a distração das pessoas estas regiões tornam-se locais mais propícios a acidentes”, disse.

Segundo o tenente Veiga, o objetivo do BPTran para este ano é manter as ações e focar na diminuição dos dados. “Estamos realizando três blitz por dia, inclusive de madrugada quando a demanda é diferente, principalmente nos fins de semana. No ano passado batemos nossa meta e reduzimos os números e com base nestes dados criamos a meta para este ano, buscando reduzi-los ainda mais”, completa.

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